Vejo-me assim, sem saída. Miro os dois caminhos à frente mais nenhum deles me
parece certo. Em meio a tantas confusões pergunto-me: Onde terá parado aquelas
promessas de um feliz para sempre?
Quero uma estrada que me mostre o que é viver, que pinte cavalos alados e que
dê vida a fadas, que transforme as nuvens em algodão, um romance de princesa,
uma vida simples de campo, grande cidades cheias de prédios, quero o tudo e o
nada. Provar do que der. Quero sonhar todos os dias, quero beijos de tirar o
fôlego, abraços com borboletas no estômago, risadas infindáveis, choros passageiros,
carinho e mimo.
Mais por hoje, eu só queria você. Para deitar no seu colo,
me aninhar em seu corpo, sentir sua boca mais uma vez, com toda leveza,
delicadeza e amor que tínhamos. Doces saudades. Brincar de tentar fugir de você
e deixar ser pega só para suspirar e ter frio na barriga. Olhar-te nos olhos e dizer
que nunca deixarei de pertencer a você. Minha pele cansou-se do frio, viciou-se
na sua.
Ficar longe parece tão cruel, Esquecer-te tão rude, Deixá-lo
ir tão ruim...
Perdi a conta de a quanto não nos vemos, sua voz tão deliciosa começa a se
perder nas memórias, lembro-me apenas de como soava o incansável “eu te amo”, disso
nunca terei forças para perder no tempo.
Meus olhos outrora tão escamosos enxergam com clareza o que você significa: Meu tudo. Minha eterna paixão, meu amor de verão, de inverno e de outono. De uma vida inteira, O primeiro.
Como cada gota certeira de chuva, como cada raio de sol, cada grão de areia, é assim certo, eu te amo e sempre amarei.
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